O título poderia ser mudado para
“Aconteceu e foi Ótimo” para descrever o passeio que os alunos
do campus JPA- Estácio de Sá fez a São Paulo no último dia 8. A
viagem organizada pela coordenadora de curso a professora Angela
Maria Paiva, também contou a presença dos professores Eduardo
Mendonça, Cristine Mera, Maria Cecília, Cláudia Andrade e alunos e
professor do campus de Cabo Frio e amigos. O grupo partiu às 23:30
de Jacarepaguá e chegou por volta de 6:00h em São Paulo. Com um
roteiro bem interessante, o passeio iniciou com parada na Padaria
Letícia para um delicioso café da manhã, seguido de uma visita ao
Centro de Referência Paulo Freire, onde ocorreu uma palestra comLutgardes
(um dos filhos de Paulo Freire).Logo depois, o grupo se dirigiu
ao Hotel San Gabriel, onde ficou hospedado. Alunos e professores não
poderiam deixar de visitar o Mercado Municipal Paulistano, Museu o MASP, o inesquecível Museu da Língua Portuguesa e é claro, um passeio na Rua
José Paulino para compras.
O retorno do grupo se deu às
17:00 regado a muita alegria e com gostinho de saudade e quero mais!
A viagem proporcionou aos participantes momentos de prazer, comunhão.
Momentos como estes são guardados na lembrança e não mais
esquecidos, são relíquias que ficam no peito, são como
fotografias de valor sentimental que retiramos da gaveta para olhar e
matar saudade!
Até a próxima São Paulo!
terça-feira, 13 de novembro de 2012
ACONTECEU
E FOI BOM!!!
E quem esteve no Campus Estácio
de Sá JPA entre os dias 26/10 a 31/10/2012 pôde conferir a criativa
SEMANA DA PEDAGOGIA. Elaborada pela coordenadora do curso de
Pedagogia, a professora Angela Maria Paiva Gama, o evento contou com
a participação dos alunos de Pedagogia, professores e outros
convidados. Dando continuidade ao “Projeto Educarte”, a Semana da
Pedagogia foi iniciada com mais um CinEduc@ção, que completou dois
anos de existência. O sábado (dia 27/10) foi de qualidade com o
passeio ao centro da cidade do Rio de Janeiro organizado pelo
professor Jairo Santiago e com a Jornada Científica (realizada no
campus Estácio de Nova Iguaçu) que contou com a participação da
professora Glória Cecília, as alunas Elaine Teixeira, Elizabeth
Silva e Marina Batista, que representaram o campus JPA. Na
segunda-feira, tivemos a atividade Mesa Temática, com o professor
Marcelo Biar, falando um pouco sobre a obra de Chico Buarque e muitas
oficinas. Não podemos deixar de destacar o Sebo “ARVORE DO SABER”,
organizado pela professora Solange Monteiro juntamente com sua turma
de Orientação Educacional que ocorreu nos dias 30 e 31/10, que foi sucesso em arrecadação. Toda a renda será doada em na forma de material de limpeza para a instituição Curupaiti (Jacarepaguá).
Quem perdeu terá que esperar o
próximo ano. Quem fica atento às datas não perde!
O campus ficou bem movimentado na semana do folclore. Quem esteve lá viu e
curtiu. Mais uma vez o curso de Pedagogia Estácio de Sá (Jacarepaguá), coordenado pela professora
Angela Maria Paiva foi destaque com a alegre Gincana Folclórica.
Cinco equipes: Jacarepaguá, Lapa, Madureira, São Cristóvão e Santa Teresa. O
evento ocorrido entre os dias 20 e 24 de agosto foi enriquecido com
atividades bem criativas. Destaque para a festa do dia 22 (data
comemorativa do Folclore) em que tivemos atrativos como: barracas com
deliciosos quitutes, apresentação de dança, banda musical, academia, a professora de dança Ana Paula Correa (convidada especial da equipe Lapa) e gente
por toda parte, alunos inclusive, de outros cursos do campus, além
dos estudantes de Pedagogia. A atividade, além de divertida, também preocupou-se em ajudar, doando todo o dinheiro arrecadado na venda dos quitutes para uma instituição.
A Gincana Folclórica teve como
vitoriosa a equipe de Santa Teresa, porém todas elas (as equipes) estão de parabéns pelo espírito de união.
O evento foi inesquecível, principalmente para os componentes das equipes. Cada um deles foram enriquecidos de experiência. Para quem acha que acabou por aí... aguardem o próximo ano!
Histórico, Jacarepaguá passa por desenvolvimento
imobiliário.
A
igreja Nossa Senhora da Penna é uma construção com 350 anos que fica em
Jacarepaguá
Educarte...
A parte Histórica do nosso bairro é muito interessante... Nem percebemos a
importância de cada construção, ruas e estradas... Vamos conhecer o passado e
valorizar o presente e transformar o nosso futuro ...
Localizado
na zona oeste do Rio de Janeiro, um dos centros mais valorizadas da cidade, o
bairro de Jacarepaguá é capaz de unir, em um mesmo ambiente, a natureza local e
a história de desenvolvimento da região. Sua fundação aconteceu em 1567, dois
anos após o nascimento da metrópole fluminense, e o seu nome, que veio do
idioma tupi-guarani, significa “lagoa baixa dos jacarés”, em alusão aos animais
que dominavam a orla aquática do local no período da colonização brasileira.
Com
o desenvolvimento industrial, o bairro ganhou a alcunha de “Planície dos onze
engenhos”, devido à alta concentração de produtoras de açúcar e café. A partir
dos anos 70, o jeito de cidade pequena começou a ceder espaço a empreendimentos
imobiliários. O crescimento foi tamanho que, na década seguinte, Jacarepaguá
foi dividido em oito áreas independentes: Tanque, Taquara, Pechincha,
Freguesia, Anil, Gardênia Azul, Praça Seca e Curicica.
Além
dos residenciais e de monumentos seminais que remetem à arquitetura feita no
período colonial, como a Igreja de Nossa Senhora da Penna, o bairro também
concentra áreas de lazer e de trabalho. Está entre elas o Bosque da Freguesia,
que, com 31 hectares de mata atlântica preservada, é usado para a recreação e a
prática de esportes. Nos destaques de edifícios profissionais estão os centros
de produção televisiva da Rede Globo e da Rede Record, Projac e Recnov, respectivamente.
Já a Praça da Seca é um importante ponto de comércio da região.
Até
2016, ano em que o Rio de Janeiro receberá as Olimpíadas, Jacarepaguá deve
receber investimentos importantes, principalmente na área de transportes
públicos. O bairro será uma das regiões a receber corredores de ônibus
expressos, uma vez que a maior parte das competições acontecerá no autódromo do
Jacarepaguá, que leva o nome do piloto brasileiro Nelson Piquet.
Por
estar no Rio de Janeiro, é óbvio que o bairro não poderia deixar de possuir
veias musicais. O estilo mais presente no local é o samba, que pode ser
encontrado, por exemplo, no Pagode da Tia Doca, criado há 36 anos e ponto de
encontro de grandes nomes da música, como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Beth
Carvalho. A Escola de Samba União de Jacarepaguá, também é um dos locais para
curtir boas melodias e descansar depois de dar volta por um bairro tipicamente
carioca.
Pena...
De mim mesmo.
Dá pena, sentir pena, eu sei.
Sentir que da minha "pena", pensei
("eufemismo" antigo, mas que ainda é entendido),
não saía nada para escrever no momento.
Uma metáfora uma descrição uma cena. Um intento
sobre a igreja de Nossa Senhora da Pena.
Minha memória que se apaga, que se apagará,
sobre uma relíquia, como muitas outras, também esquecida,
num morro da Freguesia, perdida,
num
sub-bairro de Jacarepaguá.
(Poema de Manoel Rodrigues)
JACAREPAGUÁ
Jacarepaguá ainda é
muito rica em flora e fauna. Mas precisa de muitos cuidados e de preservação,
para mantermos o que ainda temos. Vamos olhar por nosso verde, por nossos
animais, por nosso planeta. Pois cada ação terá uma reação, e que esta reação
seja a mais bela possível. Jacarepaguá - jacaré-upa-goa, segundo os índios
tamoios, "a lagoa rasa de jacarés". Viva em nossos corações... Aqui
segue algumas histórias sobre JPA e atualidades do mundo da Ciência.
Histórico:
Jacarepaguá deriva-se de
três palavras da língua Tupi-Guarani: YACARE (jacaré), UPÁ (lagoa) e GUÁ
(baixa) - A “Baixa lagoa dos jacarés”.
Na época da colonização,
as lagoas da baixada de Jacarepaguá eram repletas de jacarés, daí o nome.
A História de Jacarepaguá começou em 1567, dois
anos após a fundação da cidade do Rio de Janeiro, quando Salvador Correia de Sá
assumiu o cargo de primeiro governador da nova cidade e concedeu a dois
auxiliares da administração, Jerônimo Fernandes e Julião Rangel, as terras de
Jacarepaguá.
Porém, Jerônimo e Julião nunca tomaram posse da Sesmarias
concedidas. Mais tarde, em 1594, o governador Salvador Correia de Sá revogou o
ato anterior e doou as Sesmarias para seus filhos Gonçalo e Martim. A data da
carta da concessão é de 09 de setembro de 1594.
Os dois irmãos iniciaram a colonização de
Jacarepaguá, principalmente Gonçalo. Martim dedicou-se mais à política. Foi
governador do Rio de Janeiro, em dois períodos, no início do século XVII.
Martim casou-se com a espanhola Maria de Mendonza e
Benevides. Desta união surgiu a dinastia Sá e Benevides de grande importância
na história de Jacarepaguá, principalmente seus sucessores: os Viscondes de
Asseca.
Nas primeiras décadas do século XVII, Gonçalo
fundou o engenho do Camorim e dentro do engenho a capela de São Gonçalo do
Amarante, que ainda existe nos dias de hoje. No mesmo período, surgiram outras
edificações na atual Freguesia que perduram até hoje: a Sede do Engenho D’Água
e a Igreja de Nossa Senhora da Pena, no alto da Pedra do Galo.
Na época, essa região de Jacarepaguá, já possuía
razoável povoamento, em virtude dos diversos arrendamentos feitos pelos Correia
de Sá.
Assim, com a chegada dos primeiros escravos no Rio
de Janeiro, que aconteceu em 1614, a maioria veio para os grandes foros de
Jacarepaguá.
A característica de Jacarepaguá nos séculos XVII e
XVIII, períodos mais ricos do Brasil-colônia, foi a ocupação dos portugueses
com a criação de muitos engenhos de açúcar e ao mesmo tempo edificando capelas
e igrejas, em comum acordo com o poder eclesiástico. Como os índios não
aceitavam a servidão, os colonizadores apelaram para os escravos vindos da
África.
O povo indígena foi diminuindo até sua completa
extinção ao mesmo tempo que os africanos cresciam nas terras de Jacarepaguá. A
população da região em 1797 era de 1.905 habitantes, sendo 437 homens, 562
mulheres e 906 escravos.
No início, a produção seguia pelo mar, através da
Barra da Tijuca, até o porto do Rio de Janeiro.
Depois, o caminho passou a ser terrestre pela
Estrada Real de Santa Cruz, (hoje, Estrada Intendente Magalhães, Ernani Cardoso
e Suburbana). Outro caminho era até o Porto Fluvial de Irajá. Daí seguia-se em
pequenos barcos até a atual Praça Quinze.
Jacarepaguá era a região da cidade com mais
engenhos de açúcar da época colonial. Os principais eram o Engenho da Taquara,
o Engenho Novo (atual Colônia Juliano Moreira), Engenho do Camorim, Engenho
D’Água, Engenho da Serra (atual da estrada do Pau Ferro e as encostas da serra
da atual Estrada Grajaú-Jacarepaguá) e Engenho de Fora (atual região da Praça
Seca). Além dos Correia de Sá e seu ramo Sá e Benevides, a principal família
dos tempos coloniais de Jacarepaguá foi a Teles Barreto de Menezes.
Os monges do Mosteiro de São Bento também tiveram
importante papel na história de Jacarepaguá.
De acordo com o IDEB - Indice de Desenvolvimento da Educação Básica de 2011, a educação avançou nesses últimos anos
O Brasil, de acordo com os dados, atingiu as metas
estabelecidas em todas as etapas do ensino básico — anos iniciais e anos finais
do ensino fundamental e ensino médio.
Nos anos iniciais, o Ideb nacional alcançou 5,0.
Ultrapassou não só a meta para 2011 (de 4,6), como também a proposta para 2013,
que era de 4,9. Nessa etapa do ensino, a oferta é prioritariamente das redes
municipais, que concentram 11,13 milhões de matrículas, quase 80% do total. O
Ideb para os anos iniciais do ensino fundamental da rede municipal foi
calculado em 5.222 municípios. A meta para 2011 foi alcançada por 4.060 deles
(77,5%).
Em 2005, quando o Ideb foi calculado pela primeira vez,
57,55% das crianças nos anos iniciais estavam matriculadas em escolas
municipais de redes de ensino com avaliação abaixo de 3,8 — média nacional de
então. Com a evolução consistente do indicador nos últimos anos, o percentual
caiu para 17,09% em 2011. Em 2005, mais de 7,1 milhões de crianças estudavam
nas escolas com o Ideb mais baixo (até 3,8). Esse número caiu para 1,9 milhão
em 2011.
Com relação aos índices de avaliação mais elevados, ainda
nos anos iniciais, consideradas as matrículas de redes municipais com Ideb
acima da meta de 5,0, o registro era de 2,87% das crianças (cerca de 350 mil
matrículas). Em 2011, o percentual saltou para 38,04%, com 4,2 milhões de
estudantes acima da meta estabelecida.
Finais — Nos anos finais do ensino fundamental, o Ideb
nacional atingiu 4,1 em 2011 e ultrapassou a meta proposta, de 3,9. Considerada
tão-somente a rede pública, o índice nacional chegou a 3,9 e também superou a
meta, de 3,7.
Assim como nos anos iniciais, a evolução constante do
Ideb nos anos finais do ensino fundamental garante o aumento da proporção de
matrículas nas faixas de índice mais elevado. Em 2005, 56,20% dos estudantes da
rede pública (7,5 milhões) concentravam-se em faixas de Ideb inferiores a 3,4.
Em 2011, o percentual caiu para 26,59% (3,2 milhões de matrículas). Redes com
Ideb acima de 4,5 atendiam pouco mais de 300 mil estudantes (2,44%). Agora,
abrangem mais de 2 milhões (17,17% do total de matriculados).
De todos os municípios (cerca de 4,3 mil) submetidos à
avaliação do Ideb para os anos finais do ensino fundamental, 62,5% atingiram as
metas, que foram superadas também em todas as regiões do país.
Médio — Em termos nacionais, incluídos ensino público e
particular, foi igualada em 2011 a meta para o ensino médio, de 3,7. O
indicador é obtido pelas notas do Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Básica (Saeb) e pela taxa média de aprovação percentual.
O Ministério da Educação nessa quinta (15.08) divulgoua relação das instituições públicas de ensino
superior que receberão recursos para projetos de extensão universitária. O
Programa de Apoio à Extensão Universitária (Proext), da Secretaria de Educação
Superior (Sesu) do MEC, aprovou 781 propostas de 114 instituições públicas de
ensino superior.
Em 2013, projetos de 57 universidades federais, 24
institutos federais, 30 instituições estaduais e três municipais receberão mais
de R$ 80 milhões. Os recursos se destinam a projetos de extensão com foco nas
diferentes políticas atuais de inclusão social.
O Proext foi criado em 2002 e articula 16 órgãos
governamentais, com suas respectivas políticas públicas, com as ações desenvolvidas
pelas universidades. “O programa procura apoiar propostas de extensão das
universidades públicas que estimulem a inclusão social, contribuindo para a
formação dos profissionais do futuro”, explicou o coordenador geral de relações
estudantis da Sesu, Lucas Ramalho.
Os projetos enfocam políticas como o Mais Educação, o Ensino
Médio Inovador, a educação indígena, quilombola e de jovens e adultos, a
capacitação de trabalhadores, a saúde na escola e a educação ambiental. Os
universitários que participam dos projetos podem receber bolsa de R$ 360,00
mensais.
No link da fonte da reportagem, tem a listagem dos projetos
selecionados.
Qualidade da educação no Brasil ainda é baixa, aponta
Unesco
Relatório indica que índices de repetência e abandono da
escola no País são os mais elevados da América Latina
Elevados índices de repetência e de abandono da escola
no Brasil foram apontados em relatório da Unesco SÃO PAULO - Com índices
de repetência e abandono da escola entre os mais elevados da América Latina, a
educação no Brasil ainda corre para alcançar patamares adequados para um País
que demonstra tanto vigor em outras áreas, como a economia. Segundo o Relatório
de Monitoramento de Educação para Todos de 2010, da Organização das Nações
Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), a qualidade da educação no
Brasil é baixa, principalmente no ensino básico. Veja o relatório da
Unesco O relatório da Unesco aponta que, apesar da melhora apresentada
entre 1999 e 2007, o índice de repetência no ensino fundamental brasileiro
(18,7%) é o mais elevado na América Latina e fica expressivamente acima da
média mundial (2,9%). O alto índice de abandono nos primeiros anos de
educação também alimenta a fragilidade do sistema educacional do Brasil. Cerca
de 13,8% dos brasileiros largam os estudos já no primeiro ano no ensino básico.
Neste quesito, o País só fica à frente da Nicarágua (26,2%) na América Latina
e, mais uma vez, bem acima da média mundial (2,2%). Na
avaliação da Unesco, o Brasil poderia se encontrar em uma situação melhor se não
fosse a baixa qualidade do seu ensino. Das quatro metas quantificáveis usadas
pela organização, o País registra altos índices em três (atendimento universal,
igualdade de gênero e analfabetismo), mas um indicador muito baixo no
porcentual de crianças que ultrapassa o 5º ano. Problemas que a educação
brasileira ainda enfrenta, a estrutura física precária das escolas e o número
baixo de horas em sala de aula são apontados pelos técnicos da Unesco como
fatores determinantes para a avaliação da qualidade do ensino. Crise
financeira A crise financeira que ainda reprime o desenvolvimento de
países em todo o mundo poderá também ter um reflexo bastante negativo na
educação, alerta o relatório da Unesco. De acordo com a organização, o aumento
da pobreza e os cortes nos orçamentos públicos das nações podem comprometer os
progressos alcançados na educação na última década, principalmente nos países
pobres. "Enquanto os países ricos já estão criando as condições
necessárias para sua recuperação econômica, muitos nações pobres enfrentam a
perspectiva imediata de uma degradação de seus sistemas educativos",
alerta Irina Bokova, diretora-geral da Unesco. "Não podemos permitir o
surgimento de uma "geração perdida" de crianças privadas da
possibilidade de receber uma educação que lhes permita sair da pobreza."
Com este cenário, a Unesco avalia que a comunidade internacional não
deverá alcançar nenhum dos seis objetivos estabelecidos em 2000, em Dacar, no
Senegal, que, juntos, visam a universalização do ensino fundamental até 2015.
Segundo o relatório, seria necessário cobrir um déficit de US$ 16 bilhões para
atingir essas metas, acabando com o analfabetismo, que hoje atinge cerca de 759
milhões de adulto no mundo, e possibilitando que as mais de 140 milhões de
crianças e jovens que continuam fora da escola tenham a oportunidade de estudar.
O
objetivo é trazer à reflexão, um tema de extrema importância a aqueles que se
propõem a formar cidadãos éticos, críticos, reflexivos e autônomos, a cerca dos
conceitos de educar com a arte.
O conceito
de educar vai muito além da mera formalidade de apreensão de conhecimentos
conteudistas e disciplinares, adquiridos nos bancos escolares e acadêmicos. Ele
representa toda a formação integral do cidadão, pautado na ética, na moral,
voltada para o desenvolvimento integral do indivíduo, tornando-o capaz não
somente de compreender o mundo, mas de refletir, discutir, compartilhar e atuar
sobre ele.
A arte
tem importante papel nesse contexto cultural, social, filosófico, político,
científico, que é tornar o cidadão livre, autônomo, crítico, para que através
dela, sua percepção e releitura de mundo, seja conquistada. Para que a partir
da livre expressão ele possa construir sua própria identidade, seus valores,
sua história.
Muito se tem discutido a
cerca da educação e seu papel na sociedade, e graças ao empenho de estudiosos e
pesquisadores, a prática pedagógica vem sendo repensada. Um novo olhar sobre o
fazer pedagógico vem trabalhando no sentido de fazer com que ela ocupe seu real
espaço no seio educacional e que tenha o mesmo destaque que as demais
disciplinas, especialmente por desenvolver e proporcionar a emancipação do
indivíduo, trabalhar a inclusão, fortalecer os princípios da democracia no meio
escolar, acadêmico, social, artístico e cultural.
Ambas
convergem e se completam. A arte proporciona ao campo educacional, as
ferramentas necessárias ao desenvolvimento cognitivo, intelectual e integral do
cidadão. Tornando-o capaz de pensar e repensar, de recriar e recriar sua
própria história. Libertando-se de velhos tabus e preconceitos que só
atrapalham o desenvolvimento individual e coletivo da sociedade.
Campus
Jacarepaguá - Curso de Pedagogia
Autora do texto: Lenice Marques Santana 4º período - manhã
O mais novo bairro carioca, a Lapa, com apenas 90 dias de “vida”, hoje 15/08/12, é atraente por seus famosos bares com os mais variados petiscos.
Conhecido como berço da boemia carioca foi, até maio deste ano, parte do Centro, quando em 18 deste mesmo mês, por lei municipal, oficialmente recebe o título de bairro da Cidade do Rio de Janeiro.Desde os anos 50 a Lapa é ponto de encontro dos intelectuais, artistas, políticos e, sobretudo, do povo carioca que se encontra para curtir a música, nas suas mais variadas formas: a popular, o samba, o forró, o choro e, atualmente, a eletrônica e o rock.
Não à toa, o bairro é conhecido como o berço da boemia carioca.A Lapa é referência absoluta para os apaixonados pela vida noturna.Grandes personalidades moraram e fizeram parte das noites na Lapa, entre elas: Machado de Assis, Carmem Miranda, Manoel Bandeira, Jorge Amado, Péricles Maranhão, Villa Lobos, etc. Não podemos esquecer que foi nesta localidade, agora bairro, que nasceu em 12 de dezembro de 1930 o Senor Abravanel, o conhecido Sílvio Santos, um dos maiores apresentadores de televisão.
A Lapa não é só música e vida noturna, há também obras arquitetônicas belíssimas e, a mais importante do Rio Antigo e dos principais cartões postais da cidade, O Aqueduto Carioca, ou simplesmente “Os Arcos da Lapa”.Com 42 arcos distribuídos em 17 metros de altura e 270 de extensão, foi construído em 1723, um grande desafio para época.
O caçula dos bairros carioca, a Lapa, respira arte, cultura, lazer e consequentemente aprendizado.São muitas casas de shows, bares e restaurantes que prestigiam os mais variados gostos: gastronômicos, musicais, além do teatro e da dança.
O futuro do país, nossas crianças e adolescentes, têm na Lapa além da Fundação São Martinho, o Colégio Estadual Rio Branco com mais de 500 alunos, outros estabelecimentos de ensinos diversos que atendem crianças e adolescentes locais e bairros vizinhos, os preparando para atuarem ativamente na sociedade.
A LAPA É MUITO MAIS DO QUE FOI NARRADO AQUI.UM PEDAÇO DA HISTÓRIA DO RIO ESTÁ LÁ.VOCÊ É UM CONVIDADO. VENHA APRENDER COM A LAPA.
No dia 27 de junho a turma de Pedagogia apresentou o Blog, criado nesse semestre na disciplina Informática Aplicada à Educação, para alunos e professores do Campus de Jacarepaguá.
Na apresentação tivemos depoimentos de vários alunos que contaram suas experiências no curso da disciplina.
Foram comentadas algumas das postagens do blog e uma delas foi escolhida para ser compartilhada com o público presente.
Para quem não pode estar presente, segue algumas das fotos tiradas no evento.
Paulo Fabricio Ricci Afonso - Idade:
33 anos
Colunista da revista do Grande Méier
Realizando o seu 3º
curso na JFW, ele afirma:
“O curso de Web me ajudou muito na edição de fotos, criação de trabalhos e
construção de sites”.
Paulo possui 3 sites no
ar, que servem de apoio à sua coluna na revista. O curso de Photoshop foi muito
útil em sua última publicação no jornal, que teve o carnaval como tema.
“Meu convívio com o
curso é uma beleza, lá me sinto em
casa. Adoro o curso e minha noiva também”.
Dinalva Alves Bastos - Idade:
79 anos
Professora aposentada
“Meu objetivo era saber
usar o computador”.
A Sra. Dinalva tinha um
computador em casa, que era utilizado apenas por seu sobrinho. O valor
acessível do curso foi o diferencial no momento de fazer a matrícula.
A didática do professor
e o tratamento de todos os funcionários serviram de estímulo para realizar
novos cursos. Além do curso de Operador de Computador, a aluna fez o curso de
Web Design.
“Faço o maior sucesso
com minhas amigas, realizando montagens de fotos, mesmo não tendo necessidade
de certificado, faço questão de fazer todas as provas, adoro desafios”.
Yhorrana Caroline - Idade:
16 anos
Estudante e Bailarina
Yhorrana adora adquirir
novos conhecimentos e entende a importância da informática em todas as áreas.
“Faço o curso de Web
Design para montar um site para minha mãe, que trabalha com bolos confeitados e
montagem de fotos em papel de arroz”.
“O curso de inglês é para a minha carreira de bailarina internacional, que é o
que quero ser”.
Viviane Nogueira Reis - Idade:
24 anos
Supervisora Operacional – Unidade Bangu
Aluna do curso de
telemarketing em Nova Iguaçu,
participou de entrevista interna e foi admitida para a função de auxiliar de
vendas, construiu carreira na empresa e hoje é Supervisora da unidade Bangu.
Diva Marques dos Santos Giglio - Idade:
68 anos.
Professora aposentada
A aluna desejou
ingressar no curso porque se considerava uma analfabeta digital.
“A didática e a
estrutura do curso facilitaram meu aprendizado”
Aos 68 anos, já
realizou na JFW unidade Tijuca, os cursos de Operador de Computador, Web Design
e hoje está cursando Montagem e Manutenção de Computadores.
Todo bom acontecimento deve ser
divulgado antes, para que todos possam ter acesso e
absorver dele informações, dicas, notícias, para gerar
conhecimento àqueles que compareceram e depois, para que os que não
tiveram a oportunidade de estarem presentes, verificarem o quanto
perderam.
Os que estiveram no II Seminário
de Educação Infantil, realizado pelo curso de Pedagogia (Estácio
de Sá), campus Jacarepaguá no dia 16 de junho de 2012, não se
arrependeram. Palestras, vídeos, interatividade e emoção
permearam o evento que teve início às 8:00 h e término às 13:00
h. O Seminário foi abrilhantado com o lançamento do livro “Brincar
& Viver Projetos em Educação Infantil”
, com a presença de representantes do Centro Educacional Miraflores,
que apresentou alguns de seus projetos, as palestrantes Nádia Lúcia
Dupret, Ivanize Correa Rezende Meyer, Luciana Gama da Luz.
Momentos assim, são para
contribuir ainda mais para a formação dos futuros pedagogos!